RC Lisboa-Estrela apoiou Associação Samaritana

RC Lisboa-Estrela apoiou Associação Samaritana

“Notícias” da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) prossegue com a difusão das ações rotárias enquadradas no âmbito do regulamento de candidatura a projetos de apoio da FRP. Divulgamos o projeto “Apoio Associação Samaritana – Cabazes de Natal a Famílias Carenciadas” que envolveu o Rotary Club de Lisboa-Estrela (RC Lisboa-Estrela), que no atual ano rotário é presidido por Ana Maria dos Santos Onofre. A propósito desta iniciativa que o clube candidatou na fase de Setembro de 2017 falámos com Paulo Taveira de Sousa, representante do clube à FRP, e que acompanhou o processo de candidatura.

Notícias (N.) – Que balanço faz da participação do RC Lisboa-Estrela no programa de apoios que resulta do novo Regulamento de Candidatura a Projetos de Apoio à Fundação Rotária Portuguesa?
Paulo Taveira de Sousa (P.T.S.) – O meu clube tem apresentado muito poucos projetos a apoios da FRP. De facto, apesar da longa colaboração que temos mantido com a FRP, designadamente através do Concurso de Canto Lírico, só começámos a apresentar candidaturas em 2015/16, e de muito pequeno montante. Em todo o caso, a opinião que tenho do novo Regulamento é muito positiva, na medida em que permitiu diversificar os projetos apoiados, sem detrimento para a longa tradição da FRP na área da educação.

N. – Em Setembro último, o clube candidatou um projeto na área do Combate à Fome e à Pobreza intitulado “Apoiar Associação Samaritana – Cabazes de Natal a Famílias carenciadas”. Em que consistiu esta ação?
P.T.S. – Apoiar a Associação Samaritana no apoio a famílias carenciadas por altura do Natal, através da distribuição de cabazes, aumentando assim o raio de ação daquela iniciativa.

N. – Para concretizar este projeto o clube realizou parcerias? Com quem?
P.T.S. – A parceria é exclusivamente com a entidade diretamente apoiada.

N. – Quem são os beneficiários desta ação dinamizada pelo RC Lisboa-Estrela?
P.T.S. – Os benefícios são proporcionar às famílias apoiadas uma dose adicional de conforto num período muito específico do ano.

N. – Que novos projetos pensa o clube desenvolver?
P.T.S. – O clube pensa dar continuidade aos projetos já iniciados, que são basicamente (nesta área), o da Associação Samaritana e o das Irmãs Teresianas, que apresentámos de novo em fevereiro a apoio da FRP.

N. – Que comentário lhe suscita a participação da Fundação Rotária Portuguesa no apoio financeiro aos projetos apresentados pelos clubes. É uma mais-valia?
P.T.S. – Claro que é uma mais-valia, pois permite amplificar as ações desenvolvidas pelos clubes, que assim podem ter um alcance financeiro e social maior.

N. – Entende que os projetos dos clubes se devem confinar apenas e, só, à área de Alfabetização/Educação ou que também seja alargado aos projetos Promoção de Saúde e Recursos Hídricos e Ambiente, conforme previsto no plano estratégico em vigor?
P.T.S. – Concordo com o alargamento da área de atuação da FRP para as áreas referidas, que me parecem estratégicas na ação dos clubes rotários e de Rotary Internacional.

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