No Rotaract, vemos, sentimos e agimos

No Rotaract, vemos, sentimos e agimos

Por Fatima Khurram, Rotaract Club de Faisalabad Janubi, Paquistão 

Não há muito tempo, a mãe de um dos nossos membros viu nas notícias um documentário sobre uma viúva que lutava para cuidar de si mesma e das suas três crianças adultas que vivem com deficiência. A sua casa estava em ruínas e ela não recebia um salário.

Quando descobrimos este caso, ligamos para o canal de notícias da nossa cidade para pedir informações, para a podermos ir visitar.

Encontramos a casa sem um teto em condições e com água a escorrer pelo chão da casa toda. Prometemos que íamos levar-lhes alimentos todos os meses, e que os íamos ajudar a renovar a casa. Ficamos muito sensibilizados com o que vimos e sabíamos que tínhamos que agir!

Então pergunta-se como é que um grupo de jovens adultos conseguia gerir uma despesa como esta? Espalhamos a palavra e encontramos doadores mensais que aceitaram em oferecer os alimentos básicos. Um doador contribuiu imenso para a renovação da casa, ofereceu 400 mil rúpias.

Finalmente, e depois de três meses, a casa tinha sido renovada e já tínhamos dado o equivalente a sete meses de alimentos. Na sequência disso, a viúva conseguiu arranjar um rendimento mensal contínuo.

A melhor parte da experiência foi ver os nossos membros juntarem-se como rotaractistas para ver, sentir e agir. O nosso dever acaba com a ação. Sem isso, os nossos esforços estão incompletos. Agir nem sempre significa  ajudar diretamente. Mas significa oferecer qualquer tipo de apoio. É isto que achamos que significa estar no Rotaract.

Saiba mais sobre como se pode envolver no Rotaract.

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