Mensagem de novembro do Presidente R.I. Ian Riseley

Mensagem de novembro do Presidente R.I. Ian Riseley

De diversas maneiras, a The Rotary Foundation é uma presença invisível nos nossos clubes. A maior parte do que fazemos semanalmente nos nossos clubes e distritos, fazemos sem o envolvimento ativo da Fundação. Mas a nossa Fundação é invisível nos nossos clubes assim como o alicerce de um prédio é invisível quando se está nele: o facto de não o vermos não significa que ele não exista.

A The Rotary Foundation que permitiu ao Rotary enfrentar a pólio é, de muitas maneiras, a mesma que sustenta os serviços do Rotary. Há 100 anos, desde que começou a existir com a primeira doação de 26,50 dólares, a Fundação apoia e fortalece os nossos serviços, instiga as nossas ambições e permite-nos ser a organização que somos. Por causa da Fundação, os rotários sabem que se temos um sonho e trabalhamos para ele, muito pouco está fora do nosso alcance.

Trata-se de um modelo incrivelmente eficaz o que temos aqui no Rotary, algo que nenhuma outra organização consegue igualar. Somos totalmente locais e totalmente globais: temos habilidades, contactos locais e conhecimento em mais de 35.000 clubes, praticamente em todos os países do mundo. Mantemos uma reputação merecida baseada em transparência, eficácia e boas práticas de negócios. E justamente porque somos profissionais e voluntários altamente capacitados, chegamos a um nível de eficiência que poucas organizações conseguem chegar.

Para simplificar, o dinheiro doado à Rotary Foundation rende muito mais do que o mesmo valor doado à maioria das instituições de caridade. Se quiser gastar e fazer algo de bom no mundo, nada melhor do que gastá-lo com a Fundação. Não se trata apenas da minha palavra, com tom de orgulho. Isso é algo visível e reflete-se em rankings feitos por organizações independentes.

No centenário da Rotary Foundation, os rotários ultrapassaram a meta dos 300 milhões de dólares. Em algum lugar do mundo, pessoas que talvez nunca vá conhecer vão ter uma vida melhor, por sua causa.

Por fim, é a nossa Fundação que nos leva a fazer o bem com as nossas convicções mais íntimas: podemos fazer a diferença, temos o dever de fazê-lo e o trabalho conjunto – da forma mais eficiente possível – é a única forma de gerar mudanças reais e duradouras.

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