Clubes rotários continuam a valorizar projetos na área da alfabetização/educação

Clubes rotários continuam a valorizar projetos na área da alfabetização/educação

Desde que o novo Regulamento de Candidatura a Projetos de Apoio da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) foi aprovado em Assembleia de Representantes que teve lugar em 2010, em Abrantes, o passado mês de Setembro constituiu a 15.ª fase de candidaturas.

Apesar das vicissitudes financeiras conhecidas, os clubes rotários dão sinais de optimismo e candidataram, nesta fase, um total de 76 projetos (37 do Distrito 1960 e 39 do Distrito 1970), nas áreas da Alfabetização/Educação (54); Fome e Pobreza (18); Saúde (3) e Recursos Hídricos e Ambiente (1).

Do total dos projetos candidatados, a nota dominante nos 56 que foram aprovados, é de que reflectem acções no âmbito da Alfabetização/Educação área especialmente acarinhada pela Fundação Rotária Portuguesa, desde a sua génese em 19 de abril de 1959.

Deste modo, dos 56 projetos aprovados 50 dizem respeito à ênfase da Alfabetização/Educação, sendo que 23 foram apresentados por clubes do Distrito 1960 e 27 por clubes do Distrito 1970. Os projetos visam a atribuição de bolsas de estudo, quer no ensino superior, quer no ensino secundário.

Além dos projetos com vertente educacional, foram aprovados 5 projetos na ênfase Combate à Fome e à Pobreza, no Distrito 1960; enquanto no Distrito 1970 foi aprovado 1 projeto na área dos Recursos Hídricos e Ambiente.

Os projetos aprovados (56) correspondem a um valor total de 201.630,76 euros, que será apoiado pela FRP com 66.777,88 euros. Os projetos recebem ainda, das parcerias conseguidas pelos clubes, um total de 93.623,48 euros e os clubes inscrevem em fundos próprios o valor de 41.299,40 euros.

Segundo a comissão de avaliação, 19 projectos apresentados pelos clubes «embora muito válidos, na sua totalidade, não puderam ser contemplados por falta de verba». No entanto, «têm sempre a possibilidade de serem de novo apresentados a concurso em Fevereiro».
Um dos projetos foi excluído «por se destinar a apoios de populações fora do país, o que contraria os Estatutos (cf. Art. 2.2)».

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